Taí uma coisa com a qual eu não consigo conviver. A mentira.
Acho que a mentira está diretamente relacionada com a covardia. Mentimos quando temos medo de enfrentar a verdade. E, às vezes, assumir a verdade pode ser algo tão crítico que mentir acaba parecendo a melhor opção.
Mas, aos meus olhos (e coração) pelo menos, nunca é! Nunca vai ser uma saída inteligente.
MENTIR – V. int.;
faltar à verdade;
enganar;
errar;
falhar
Nem exijo das pessoas coragem. Sei que em alguns momentos a mentira é bem conveniente e confortável. Mentir, às vezes, nos priva de muitas brigas e discussões cansativas. Sobretudo quando o tema principal é o amor.
Mas, mentir é também enganar. E, ser enganado magoa. E, quando agimos de modo a interferir na felicidade do outro, para garantirmos um bem que vem só para nós… nesse caso, estamos sendo egoístas. Além de covardes, egoístas.
Aí vem a necessidade do perdão. Então, alguém mente para nós. Nos engana, nos trai (em confiança), nos magoa. E nós, que fomos machucados, buscamos perdoar. Porque o perdão sempre reestrutura relações.
Só que, além da dor da mágoa ainda temos que enfrentar a dor da força que é preciso fazer para se perdoar o agente causador da infelicidade.
Tudo isso é tão pesado. Não seria melhor enfrentar a verdade?
Mentir…
Pra quê?!