Estou começando a achar que a curiosidade gera o ciúme.
Sentimos ciúme daquilo que achamos que é, mas que não temos certeza. Então, enlouquecidos (loucura gerada pela curiosidade) em busca de uma resposta, começamos a querer saber mais e mais sobre a pessoa que nos desperta ciúme. Tolimos a liberdade dela e a do amor que sentimos – que, impreterivelmente, precisa ser livre.
Se sinto ciúme de você quero saber onde está, com quem está, fazendo o que, com qual roupa, se está usando perfume, de carro, se volta logo… Quando não tenho curiosidade a seu respeito, não me sinto muito agredido caso não saiba o que está acontecendo na sua vida a todo momento.
Se sinto ciúme quando você olha para alguém é porque não sei o que você está pensando durante o olhar. Se tivesse como saber talvez não me agredisse tanto. Se sinto ciúme quando viaja é porque não sei o que vai fazer no seu tempo livre. Se soubesse…
Acho que o grande motivador do ciúme é a curiosidade. Saciar essa curiosidade monstruosa, que de tudo precisa saber, seria mais ou menos como ‘dominar o mundo’ dos sentimentos interpessoais.
Logo, tenho uma teoria: Todo ciumento é, sem dúvida, um pouquinho curioso.
E, digo mais. Curiosidade mais ciúme é igual a liberdade negativa.
Cuidado!
hahaha.. que MEDO hausihiauhsiuas..
pois sou curiosa demais em relação a tdooo ;/ e sei o quanto isso não é bom!!
Estamos com saudades dos seus posts
Boa semana, beijãooo
Bru
Que linda você!! Amei!! Bjo
Medo de amar
Composição: Vinicius de Moraes
Vire essa folha do livro e se esqueça de mim
Finja que o amor acabou e se esqueça de mim
Você não compreendeu que o ciúme é um mal de raiz
E que ter medo de amar não faz ninguém feliz
Agora vá sua vida como você quer
Porém, não se surpreenda se uma outra mulher
Nascer de mim, como do deserto uma flor
E compreender que o ciúme é o perfume do amor